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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

ENCONTRADA COBRA DE 400 KG NO PARA / BRASIL

Operários encontram cobra de 400 kg no Pará

A cobra gigante foi encontrada por operários que desmatam o local


Créditos: Divulgação
A explosão de uma caverna na obra de construção da usina de Belo Monte no município de Altamira no Pará deixou os operários bastante assustados, com o surgimento de enorme cobra de 400 Kg, medindo 10 metros e um metro por diâmetro.
A cobra gigante foi encontrada por operários que estão desmatam o local. Ela tem um metro de diâmetro.
O projeto e a obra estão em andamento, mas ambientalistas estão preocupados e protestam contra a destruíção do Rio Xingu, no trecho Pará dentro da selva amazônica. A cobra foi morta.
Da Redação com Diário do Sertão

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

S.O.S - RIO GRAMAME / João Pessoa / Paraiba / Brasil


HÁ MAIS DE 10 ANOS QUE CHORO COM O RIO GRAMAME....
HÁ MAIS DE DEZ ANOS QUE PRESENCIEI ESTE CRIME..... 
ESTE DA FOTO SOU EU TESTEMUNHA OCULAR..... 
LAMENTÁVEL COMO NOSSOS GESTORES OLHAM PARA O SOL COM UMA PENEIRA.....E NADA FAZEM....
COMPARTILHEM E PARTICIPEM DESTE ALERTA.......S.O.S RIO GRAMAME

sábado, 21 de novembro de 2015

APOCALIPSE AMBIENTAL NO BRASIL







Texto: Ariadne Bognar
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
O que aconteceu em Minas? Por que tem um monte de cidade cheia de lama?
Duas barragens da mineradora Samarco se romperam na cidade de Mariana (MG), na última quinta-feira (5). Nessas barragens havia lama, rejeitos sólidos e água. Esses detritos são resultado da mineração na região.
Qual é  o tamanho do estrago? Muito grande?
Pelo menos 128 residências foram atingidas pela onda de lama e dejetos. Oficialmente, o número de mortos é de seis pessoas e o de desaparecidos, 12. Os detritos das barragens tomou conta do rio Gualaxo e chegaram ao município de Barra Longa, a 60 km de Mariana e a 215 km de Belo Horizonte. Seis localidades de Mariana, além de Bento Rodrigues, foram atingidas. Segundo especialistas, a lama que desce pelo rio Doce atingirá, no total, uma área de cerca de 10 mil quilômetros quadrados no litoral capixaba – área equivalente a mais de seis vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Os prejuízos são calculados em mais de R$ 100 milhões, segundo o prefeito de Mariana, Duarte Júnior.
De quem é a culpa disso? Terremoto? Chuvas? Negligência?
A Samarco disse ter registrado dois pequenos tremores na área duas horas antes do rompimento, por volta das 16h20 de quinta-feira. Não se sabe o que teria causado estes tremores – se seriam abalos sísmicos ou a força do próprio rompimento. Em 16 de novembro, a Samarco fez um acordo com o Ministério Público e concordou em pagar R$ 1 bilhão para começar a compensar os danos materiais e ambientais. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 300 milhões da empresa para os ressarcimentos. A intenção é fazer com que a empresa repare completamente o dano causado pela lama, com ações como a limpeza, resgate dos animais, reconstrução das casas, entre outros. O Ibama vai multar a Samarco em R$ 250 milhões (atualizado). Se a empresa for condenada a pagar uma indenização coletiva, o dinheiro vai para um fundo destinado a ações de melhoria da qualidade ambiental. A partir disso, os moradores podem pedir uma indenização pelos seus danos pessoais, inclusive, em caso de morte de parentes, podendo até haver pagamento de pensões às famílias das vítimas.
Essa lama pode contaminar as pessoas?
A mineradora garantiu que não há nada tóxico nos 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro liberados durante o acidente. Mas foram encontrados resíduos de metais pesados na lama. O site R7 afirmou que o Serviço de Água e Esgoto) da cidade de Valadares “aponta um índice de ferro 1.366.666% acima do tolerável para tratamento – um milhão e trezentos mil por cento além do recomendado”. Há também altos níveis de manganês, que “superam o tolerável em 118.000%, enquanto o alumínio estava presente com concentração 645.000% maior do que o possível para tratamento e distribuição aos moradores”.
A região vai se recuperar?*
Dificilmente. Especialistas dizem que pode levar séculos para o ambiente se recuperar. A lama que se espalhou por Minas Gerais e Espírito Santo impede que matéria orgânica cresça.  Uma das consequências que a lama está causando é o assoreamento, o acúmulo de sedimentos na calha do rio, causando impactos socioeconômicos e ambientais. Segundo o Ibama, houve alterações nos padrões de qualidade da água. Um dos impactos é a morte de animais, terrestres e aquáticos, por asfixia. 
Que empresa é essa, Samarco? É do governo?
Não, é uma empresa privada.  A Vale (mineradora que era estatal e foi privatizada durante o governo FHC) é uma das acionistas da Samarco, com uma participação de 50% no capital por meio de uma joint venture com a BHP Billiton, a maior empresa de mineração do mundo.
Dá para ajudar o pessoal de lá? Como eu faço?
Sim. Diversas entidades e voluntários se mobilizam para receber donativos e acolher as vítimas, que passam de 500. De acordo com a prefeitura de Mariana, as prioridades são doações de materiais de uso pessoal como escovas de dente, toalhas de banho, copos, talheres e pratos descartáveis, além de água potável.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

MOTO QUE ANDA COM ÁGUA FAZ 500 KM POR LITRO / MOTO WALKING WITH WATER MAKES 500 KM PER LITRE






Azevedo, que já foi mecânico e preparador de motos de corrida, desenvolveu seu produto na garagem de casa, em Itu (SP), onde mora, em momentos de folga, especialmente nas madrugadas. Ele explica que o sistema é composto por um reservatório de água, colocado na parte traseira da moto. Esse reservatório é ligado, por um cano, a um recipiente que fica ao lado da roda traseira onde Azevedo acoplou uma série de placas metálicas negativas e positivas, com canais de diferentes diâmetros e ranhuras intercalados Fernando de Souza /Staff News

Andar até 500 quilômetros sem uma gota de gasolina. E, ao reabastecer, conseguir encher o tanque de graça, em qualquer torneira. Não, não se trata do sonho de um motoboy. Esse é o resultado de um sistema, desenvolvido pelo funcionário público Ricardo Azevedo, 56, capaz de fazer com que motocicletas utilizem o hidrogênio obtido através da água como combustível.
Diversos leitores escreveram para o UOL duvidando que o experimento seja verdadeiro. Tentamos solucionar algumas das dúvidas neste link
Nomeado Moto Power H²O, o sistema utiliza os princípios da propulsão por hidrogênio, já conhecido da indústria automobilística. A inovação foi fazer o sistema ser acoplado a uma motocicleta. "Essa tecnologia pode ser adaptada em caminhões, ônibus, carros, enfim, qualquer veículo. E é muito eficiente", ressalta ele.
Azevedo, que já foi mecânico e preparador de motos de corrida, desenvolveu seu produto na garagem de casa, em Itu (SP), onde mora, em momentos de folga, especialmente nas madrugadas. Ele explica que o sistema é composto por um reservatório de água, colocado na parte traseira da moto. Esse reservatório é ligado, por um cano, a um recipiente que fica ao lado da roda traseira onde Azevedo acoplou uma série de placas metálicas negativas e positivas, com canais de diferentes diâmetros e ranhuras intercalados.
As placas são alimentadas por uma bateria de carro, acoplada próximo à roda traseira. Com a eletricidade, ocorre a separação do hidrogênio da molécula de água. Através de um outro cano, o hidrogênio, altamente explosivo, é enviado a um outro recipiente, acoplado por Azevedo próximo ao reservatório, que envia o combustível para o carburador da moto, onde ocorre a combustão.
"Eu utilizei um craqueador, que separa as partículas de hidrogênio e de oxigênio da água. O hidrogênio vai para o carburador e, de lá, é utilizado pelo motor como combustível. Já o oxigênio é liberado para a atmosfera", disse ele, ressaltando que o hidrogênio tem um poder de combustão quase três vezes superior ao da gasolina.
O inventor explica ainda que, embora o hidrogênio seja um gás com alto poder de combustão, o fato de a produção de hidrogênio ser utilizada imediatamente pela moto, sem o armazenamento, diminui a chance de explosão.
De acordo com o professor de Química Ernesto Gonzalez, professor da USP (Universidade de São Paulo) em São Carlos e cientista que está na lista dos mais citados do mundo em sua área, o sistema desenvolvido pelo inventor de Itu se baseia no processo de eletrólise. "Com a bateria de carro, ele consegue efetivamente separar, pela eletricidade, o hidrogênio da água. A quantidade gerada pode realmente fazer um veículo como uma moto se movimentar. É um sistema relativamente simples", informa.
Gonzalez ressaltou ainda que o processo de utilização do hidrogênio no sistema desenvolvido por Azevedo é similar ao que ocorria com carros convertidos para funcionar, irregularmente, com gás de cozinha nos anos 1980 e 1990. "O modelo de combustão desses combustíveis é bem similar. A diferença, nesse caso, é que o sistema consegue extrair o combustível, que é o hidrogênio, da água. Mas a forma de o motor trabalhar é praticamente a mesma", disse.
Diferenciais
Entre os diferenciais do sistema está a não emissão de poluentes, já que apenas o vapor d'água é eliminado pelo escapamento. Além disso, a economia em relação à gasolina é outro diferencial, já que Azevedo relata que é possível fazer até 500 quilômetros com um único litro de água. As motos convencionais raramente fazem mais de 50 quilômetros por litro.
Segundo Azevedo, ele gastou, até o momento, R$ 6 mil no projeto, que começou a ser desenvolvido há seis meses. Ele informou ainda que, para uma possível utilização industrial, o projeto ainda precisa de adaptações, mas que considera que "70% do produto está desenvolvido". "Mas usei muita coisa que quebrou, materiais que, se fosse fabricar hoje, não seriam usados. O custo para fazer um sistema desses, hoje, seria bem menor", disse.
Azevedo conta ainda que esperou um estágio adequado de evolução de suas pesquisas para divulgar os resultados que conseguiu. "Eu testei na minha moto, uma NX 200 cilindradas, e ando com ela sem problemas. Trabalho em São Paulo, e viajei todos os dias com essa moto, movida a água, durante o desenvolvimento do produto", conta.
Desenvolvimento
O sistema foi desenvolvido em parceria com o filho dele, Gabriel, que é químico. "Eu cuidei da parte de mecânica e meu filho acrescentou conhecimentos de química que eu não tinha. Fizemos tudo com um grande embasamento científico", disse.
Azevedo informa ainda que não precisou modificar o motor da motocicleta, que pode funcionar, também, com gasolina. "Pode rodar só com a água ou um híbrido, que aceita os dois combustíveis. A estrutura do motor é a mesma, não altera, só muda o combustível", disse.
Recarga da bateria
Já sobre a recarga e os custos eventuais de energia elétrica, Gabriel Azevedo informa que, embora recargas adicionais possam ser necessárias, o sistema desenvolvido por ele trabalha com recuperação de energia de outros sistemas da moto, como os freios. "É um sistema parecido com o KERS utilizado na Fórmula 1. Armazenamos essa energia, que abastece a bateria. Mas não posso revelar mais do que isso sem expor os segredos do sistema que criamos", disse.
Questionado sobre a autonomia do sistema, Azevedo informou que ainda não terminou de fazer as quantificações, mas que, em pequenos deslocamentos urbanos, o sistema é capaz de manter a bateria por até uma semana sem a necessidade de recarga externa.

Qualquer água
Embora tenha ressaltado que a utilização de água destilada dá maior eficiência ao sistema, Azevedo informa que qualquer fonte de água pode ser utilizada. Ele afirma que já chegou a abastecer a moto com água do rio Tietê, que corta a cidade.
"Toda água, por mais poluída que seja, é composta por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. Então, a moto pode ser abastecida em qualquer torneira", disse.
Azevedo informou ainda que está à procura de investidores que possam se interessar em participar do projeto. "Eu faço isso de acordo com minhas possibilidades, e sou funcionário público. Claro que um parceiro poderia acelerar muito o desenvolvimento", disse.

Eduardo Schiavoni
Do UOL, em Ribeirão Preto (SP)




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sexta-feira, 8 de maio de 2015